Quem Somos

A ASEc+ é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atua desde 2004 na promoção da saúde mental. Já beneficiamos cerca de meio milhão de pessoas, especialmente crianças no ambiente escolar. Trabalhamos com base no entendimento que a saúde mental não é um estado individual a ser alcançado, mas uma realidade relacional a ser construída — no cotidiano das pessoas, nos vínculos que mantêm e nos ambientes onde vivem. 

Nossa proposta é promover saúde mental onde a vida acontece. Em vez de tratar sintomas isolados ou treinar comportamentos individuais, atuamos para reorganizar ecossistemas — ambientes, posturas e relações — que tornam possível sustentar a saúde mental como prática contínua, concreta e compartilhada. 

Frentes de ação 

A ASEc+ atua em três frentes interdependentes, que estruturam sua presença nos territórios e sua contribuição pública: 

  • Educação: programas e formações que transformam rotinas institucionais e fortalecem vínculos entre profissionais, crianças, jovens e famílias. Atuamos não apenas com escolas, mas também com instituições públicas e sociais comprometidas com o desenvolvimento integral de pessoas e coletivos. 
  • Comunidades: criação e fortalecimento de redes de apoio, pertencimento e troca. A Comunidade Jovem e a Comunidade Alumni são exemplos concretos de como relações horizontais, escuta ativa e construção coletiva sustentam saúde mental em rede. 
  • Advocacy: presença em espaços públicos de decisão, articulação intersetorial e produção de uma linguagem pública sobre saúde mental como direito coletivo e responsabilidade compartilhada. 

Fundamento conceitual 

A atuação da ASEc+ é sustentada por dois pilares teóricos centrais: 

  1. A teoria do processo emocional e do coping de Richard Lazarus, que mostra como as pessoas interpretam os desafios da vida, avaliam seus próprios recursos e escolhem — consciente ou inconscientemente — formas de lidar com as situações que enfrentam. 
  2. A abordagem socioecológica da saúde, que desloca o foco do indivíduo isolado para os contextos em que ele vive. Não se trata de ensinar alguém a “lidar melhor”, mas de reorganizar os ecossistemas para que esse lidar seja possível, legítimo e sustentável. 

 

Essas duas perspectivas moldam não apenas nossas ações, mas o nosso modo de olhar para o sofrimento e para as possibilidades de transformação. 

 

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